Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

Gráfico

TABELA III:  POBREZA E INDICADORES  DE  BEM  ESTAR NO QUÉNIA EM 1997

 

Indicador

Quintil do Consumo do Agregado Familiar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais Pobres

Segundo

Médio

Quarto

Mais Ricos

Média

 

Taxa de Mortalidade Infantil

95.8

82.9

58.5

61.0

40.2

70.7

 

Taxa de Mortalidade Abaixo dos 5 anos     

136.2

120.4

92.3

84.9

60.7

105.2

 

Crianças com altura abaixo da média desnutrição crónica (%)

44.1

37.5

30.2

30.5

17.1

33.0

 

Crianças moderadamente abaixo do peso Normal (%)

31.6

26.7

20.0

17.1

10.3

22.1

 

Crianças fortemente abaixo do peso  Normal (%)

7.1

6.2

3.8

3.4

2.1

4.8

 

Mãe com baixo índice de massa corporal* (%)

17.6

15.5

11.5

8.1

5.5

11.9

 

Taxa de fertilidade total

6.5

5.6

4.7

4.2

2.0

4.7

 

                             

*  Índice de massa corporal, um índice do estado nutricional de um adulto

 

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publicado por bigfour às 11:41
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Doenças em África

ÁFRICA
África do Norte (Algéria, Egito, Líbia, Marrocos, Tunísia)
Área geral

Delta do Nilo

Líbia

Sub-Saara (África)
Área geral

África Meridional
Área geral

  • doenças transmitidas por insetos:malária, peste, febre recorrente, febre do Vale Rifte, febre por picada de carrapato, tifo.
  • Doenças transmitidas pela água e alimentos: amebíase, febre tifóide.
  • Outras: hepatite B, raiva.

Botsuana, Namíbia

  • doença do sono (tripanossomíase), esquistossomose
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publicado por bigfour às 11:34
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Demografia

A população da África é de mais de 800 milhões de habitantes, distribuídos em 54 países e representando cerca de um sétimo da população do mundo. Abaixo alguns índices relativos à população do continente (ano a que se referem):

  • Área total em km²: 30.272.922
  • População: 783.700.000 (2000)
  • Densidade (habitantes/km²): 25,88 (2000)
  • População urbana: 289.964.000 (37%)
  • População rural: 493.731.000 (63%)
  • Taxa de crescimento urbano (1995-2000): 4,3%
  • Analfabetismo: 40,3% (2000)
  • Natalidade: (% hab): 37% (1998)
  • Mortalidade: (% hab): 13% (1998)
  • PIB Total: US$ 517,104,000.00 (1998)
  • PIB por capital: US$ 693.00 (1998)
  • Religiões principais:
  • Média de idade da população: 18,3 anos (1998)

A África subsariana (em Portugal) ou África subsariana (no Brasil), também conhecida por África Negra (ainda que muitos considerem esta forma politicamente incorrecta ou ofensiva) corresponde à região do continente africano a sul do Deserto do Saara, ou seja, aos países que não fazem parte do Norte de África.

A palavra subsariana deriva da convenção euro centrista, segundo a qual o Norte está "acima" e o Sul está "abaixo" (daí o prefixo "sub").

Efectivamente, o deserto do Sahara, com os seus cerca de 9 milhões de quilómetros quadrados, forma uma espécie de barreira natural que divide o continente africano em duas partes muito distintas quanto ao quadro humano e económico. Ao norte encontramos uma organização socio-económica muito semelhante à do Oriente Médio, formando um mundo islamizado. Ao sul temos a chamada África negra, assim denominada pela predominância nessa região de povos de pele escura.

 

publicado por bigfour às 11:18
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Geografia

A África está separada da Europa pelo mar Mediterrâneo e liga-se à Ásia na sua extremidade nordeste pelo istmo de Suez. No entanto, a África ocupa uma única placa tectónica, ao contrário da Europa que partilha com a Ásia a Placa Euro-asiática.

Do seu ponto mais a norte, Ras ben Sakka, em Marrocos, à latitude 37°21′ N, até ao ponto mais a sul, o cabo das Agulhas na África do Sul, à latitude 34°51′15″ S, vai uma distância de aproximadamente 8 000 km. Do ponto mais ocidental de África, o Cabo Verde, no Senegal, à longitude 17°33′22″ W, até Ras Hafun na Somália, à longitude 51°27′52″ E, vai uma distância de cerca de 7 400 km.

Para além do mar Mediterrâneo, a norte, África é banhada pelo oceano Atlântico na sua costa ocidental e pelo oceano Índico do lado oriental. O comprimento da linha de costa é de 26 000 km.

publicado por bigfour às 11:17
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Fome e doenças em África

 

A Dimensão da Fome em África

De acordo com a FAO (The Food and Agriculture Organization), há 186 milhões de pessoas com fome em África. A fome em África deve ser analisada em duas dimensões – longo e curto prazo. A longo prazo, as populações carenciadas possuem recursos limitados e são incapazes de comprar ou produzir, numa base contínua, a quantidade e qualidade de comida necessária para uma vida saudável. Esta condição crónica  é mensurável por um indicador denominado desnutrição crónica definido como a altura da criança relativamente à altura normal de uma criança da sua idade. Na África Sub-Sariana, a percentagem de crianças que estão com altura abaixo do normal, varia de 15% até 45%, mesmo em países onde não decorram conflitos ou que não sofram de seca grave. Isto indica que um grande número de crianças estará pouco desenvolvido a longo prazo, tanto física como mentalmente, em resultado de uma dieta inadequada.

Por outro lado, insegurança alimentar de curto prazo, frequentemente resultante de crises ou  faltas sazonais de alimentos, é medido por um indicador denominado desnutrição aguda, ou  seja o peso da criança relativo à altura. A percentagem de crianças com o peso abaixo do normal, que enfrentam assim um grave problema nutricional, geralmente varia entre 5% e 10% em países sem crise da ASS. A Tabela II apresenta os dados de medições nutricionais em oito países Africanos.   Como se verifica pela tabela, o progresso na redução da mal nutrição foi diferenciado na melhor das hipóteses, com um aumento na redução do peso normal em quase todos os países e um decréscimo da relação peso/peso normal em metade e um acréscimo na outra metade. É difícil decidir o que fazer com estes dados, apesar de parecer existir alguma indicação que países que tiveram um rápido crescimento e reduziram a pobreza (Gana, Uganda e Zimbabwe durante este período) tiveram uma redução no número de crianças com altura abaixo do normal para a sua idade, pelo menos nas áreas rurais. O que é claro é que a mal nutrição, tal como a pobreza, é pior nas áreas rurais de todos os países para o qual existe informação.

 

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publicado por bigfour às 11:02
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População

O continente africano tem hoje cerca de 780 milhões de habitantes, dos quais 500 milhões vivem na África subsariana. Essa população tem um crescimento populacional da ordem dos 2,5% ao ano.

Esse crescimento elevado da população tem criado duas preocupações muito sérias:

  1. a predominância de jovens na população determina a necessidade de elevados investimentos sociais em escolas, alimentação e tratamento médico;
  2. a pressão demográfica, aliada ao baixo nível técnico da produção agropecuária, à introdução de culturas de rendimento para exportação e à urbanização no século XX, tem gerado graves desequilíbrios económicos e sociais.

De forma geral, a população da África negra apresenta os piores indicadores socio-económicos do mundo. Enquanto nos países desenvolvidos a população morre, em média, com uma idade superior a 70 anos, nessa parte do mundo raramente a média ultrapassa os 45 anos. Essa expectativa média de vida tão baixa é explicada por inúmeros factores, tais como a mal nutrição, falta de assistência médica e ausência de saneamento nos meios rurais.

publicado por bigfour às 11:00
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Política

Apesar de se registrarem actualmente na África muitos conflitos de carácter político, como o da Costa do Marfim e o do Sudão, e muitas situações irregulares, como a de Angola, pode-se dizer que a maioria dos países do continente possuem governos democraticamente eleitos. As únicas excepções neste momento são a Somália, que não tem sequer um estado organizado e o Sara Ocidental, ocupado por Marrocos.

No entanto, é frequente que as eleições sejam consideradas como sujas por fraude, tanto internamente, como pela comunidade internacional. Por outro lado, ainda subsistem situações em que o presidente ou o partido governamental se encontram no poder há dezenas de anos, como são os casos da Líbia e do Zimbabwe.

Em geral, os governos africanos são repúblicas presidencialistas, com excepção de três monarquias existentes no continente: Lesoto, Marrocos e Suazilândia.

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publicado por bigfour às 10:54
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História

A África é um território banhado pelo Oceano Atlântico, pelo Mar Mediterrâneo e pelo Oceano Índico, onde provavelmente surgiram os primeiros seres humanos. Os mais antigos fósseis de hominídeos foram encontrados na África e têm cerca de cinco milhões de anos.

O Egipto foi provavelmente o primeiro estado a constituir-se na África, há cerca de 5000 anos, mas muitos outros reinos ou cidades-estado foram sucedendo-se neste continente, ao longo dos séculos. Além disso, a África foi, desde a antiguidade, procurada por povos de outros continentes, que buscavam as suas riquezas, como sal e ouro. A actual divisão territorial da África, no entanto, é muito recente – de meados do século XX – e resultou da descolonização europeia.

publicado por bigfour às 10:50
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Big five

Este grupo de animais, o elefante, o leopardo, o leão, o búfalo e o rinoceronte, pertencem ao grupo dos big five.

publicado por bigfour às 10:44
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Rinoceronte

Os Rinocerontes são grandes mamíferos perissodátilos (com número ímpar de dedos em cada pata) caracterizados por apresentarem uma pele espessa e pregueada e um ou dois chifres sobre o nariz; é esta característica que está na origem do nome. Estes animais habitam as savanas e florestas tropicais da África e Ásia.

Ao contrário do que muita gente pensa, nem todo rinoceronte têm chifres.

publicado por bigfour às 10:43
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Búfalo

Os búfalos são animais domésticos da família dos bovídeos, utilizados para produzir carne e leite para consumo humano. São classificados na sub-família Bovinae, género Bubalis, sendo divididos em dois grupos principais: o Bubalus bubalis, também conhecido como búfalo-do-rio, e o Bubalus bubalis var. kerebau, conhecido como búfalo-do-pântano. O búfalo doméstico nada tem a ver com as espécies selvagens e agressivas do bisão americano e do búfalo africano (pertence ao grupo dos big five, 5 animais mais difíceis de serem caçados: leão, leopardo, elefante, búfalo e rinoceronte).

publicado por bigfour às 10:41
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Leão

O Leão (Panthera leo) é um grande felino, originalmente encontrado na Europa, Ásia e África. Tais felinos possuem coloração variável, entre o amarelo-claro e o castanho-escuro, com as partes inferiores do corpo mais claras, ponta da cauda com um tufo de pêlos negros (que encobrem um esporão córneo, para espantar moscas) e machos com uma longa juba. Há ainda uma raridade genética de leões brancos, que, apesar de sua linda aparência, apresentam dificuldades de sobrevivência por se destacarem nas savanas ou selvas, logo, tendo imensas dificuldades de caça. São exclusivos da reserva de Timbavati.

Os leões vivem especialmente nas savanas, onde caçam principalmente grandes mamíferos, como antílopes, zebras e javalis; entretanto um grupo pode abater um elefante que esteja só. Também é frequente o confronto com hienas, estando estas em bandos ou não, por disputa de território e carcaças.

O leão é apelidado de o rei dos animais por sua imponência, força e bravura. São os únicos felinos sociáveis do mundo, um grupo pode possuir até quarenta indivíduos, composto na maioria por fêmeas.

publicado por bigfour às 10:39
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Leopardo

Leopardo (Panthera pardus), também chamado onça em Angola, é, com o leão, tigre e onça-pintada, um dos quatro "grandes gatos" do género Panthera. Medem de 1 a quase 2 m de comprimento, e pesam entre 30 e 70 kg. As fêmeas têm cerca de dois terços do tamanho do macho. De menor porte do que a onça-pintada, o leopardo não é menos feroz. Habita a África e Ásia. Possui várias subespécies, algumas criticamente ameaçadas, como o leopardo-de-amur, o leopardo-da-barbária e o leopardo-da-arábia. O leopardo-nebuloso (Neofelis nebulosa) e o leopardo-das-neves (Panthera uncia) pertencem a espécies e géneros separados.

Um leopardo, à primeira vista, parece-se muito com uma onça-pintada. Porém, um exame mais detalhado mostra que o seu padrão de pêlo apresenta diferenças significativas. Enquanto a onça apresenta pintas em forma de rosetas, os leopardos têm manchas escuras de cor sólida. Quando o leopardo é negro também se denomina Pantera.

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publicado por bigfour às 10:35
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Elefante

Até recentemente, acreditava-se que havia apenas duas espécies vivas de elefantes, o elefante-africano e o elefante-asiático, uma espécie menor. Entretanto, estudos recentes de DNA sugerem que havia, na verdade, duas espécies de elefante-africano: Loxodonta africana, da savana, e Loxodonta cyclotis, que vive nas florestas. Os elefantes são os maiores animais terrestres da actualidade pesando até 12 toneladas e medindo em média quatro metros de altura. As suas características mais distintivas são as presas de marfim.
publicado por bigfour às 10:27
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Racismo

                  

O racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras. Onde existe a convicção de que alguns indivíduos e sua relação entre características físicas hereditárias, e determinados traços de carácter e inteligência ou manifestações culturais, são superiores a outros. O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com sua matriz racial. A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade.

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publicado por bigfour às 11:28
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O Continente Africano

A África é o segundo continente mais populoso da Terra (atrás da Ásia) e o terceiro continente mais extenso (atrás da Ásia e das Américas).
Tem cerca de 30 milhões de km², cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta e mais de 800 milhões de habitantes em 54 países, representando cerca de um sétimo da população do mundo.
Cinco dos países de África foram colónias portuguesas e usam o português como língua oficial: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe; em Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe são ainda falados crioulos de base portuguesa.
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publicado por bigfour às 11:08
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